Tricopigmentação: O emprego da tatuagem estética na calvície e nos resultados de cicatrização pós-autotransplante

TricopigmentazioneA tricopigmentação é uma solução pouco conhecida, mas muito eficaz e cômoda. Embora seja vítima de diversos boatos infundados, proposta por pouquíssimos dermopigmentistas especializados e, infelizmente, muitas vezes, representada por trabalhos mal feitos, falamos da tatuagem estética no couro cabeludo, batizada por Ennio Orsini como Tricopigmentação®.

Principais campos de aplicação da Tricopigmentação®

O emprego da tatuagem estética nos problemas ligados à calvície é amplo e, às vezes, providencial.
A seguir, os principais casos nos quais o tratamento de Tricopigmentação pode resultar em notáveis melhoramentos estéticos:

Cicatrizes na nuca decorrentes de autotransplante FUT (linear)
Cicatrizes na nuca decorrentes de autotransplante FUE (ponto)
Cicatrizes genéricas no couro cabeludo
Alopecia areata.
Alopecia androgenética
Afinamentos genéricos. Fig.6
O resultado obtido com a Tricopigmentação ® – Veja a galeria fotográfica com exemplos de trabalhos com a Tricopigmentação ®

Uma das técnicas fundamentais dessa disciplina é denominada “Bounce®”. É a implementação das técnicas antigas já existentes para esse fim. A manualidade e os parâmetros de trabalho foram considerados, revistos e perfeccionados a fim de dar vida a um verdadeiro protocolo operativo denominado precisamente “Bounce®” (ressalto). Tal desenvolvimento originou um sistema de trabalho capaz de produzir um efeito raspado, realístico e com menor possibilidade de mudança de tonalidade e migração da cor. Alguns inconvenientes eram comuns aos métodos antigos de trabalho, nos quais não se consideravam diversos fatores muito importantes que podiam comprometer o resultado final. Nas figuras 7, 8 e 9 vêem-se desagradáveis resultados que podiam acontecer, no passado, com as tatuagens do couro cabeludo. Essas imperfeições podem ser combatidas, atualmente, com a Tricopigmentação.
Uma dermopigmentação do couro cabeludo realística e natural, ou seja, uma Tricopigmentação, deve-se apresentar com microdepósitos ponteados de pigmento castanho/ acinzentado, posicionados na derme superficial, tendo uma oportuna distância entre um e outro. Isso irá gerar um efeito de cabelo raspado ou um escurecimento das zonas dispersas, dependendo da aplicação das técnicas empregadas.

Duração de uma Tricopigmentação ®

Primeiro caso: realização de uma  Tricopigmentação com pigmentos bioreabsorvíveis.

Quando a dermopigmentação é executada com pigmentos bioreabsorvíveis (erroneamente chamados de “semipermanentes”), é denominada “Tricopigmentação Bioreabsorvível” e, nesse caso, pode durar de 4/6 meses até 14/16 meses. O espaço de tempo no qual o trabalho pode permanecer visível é muito amplo e não é possível, de forma alguma, estabelecer antecipadamente quando desaparecerá por completo. Mesmo que, no geral, a dermopigmentação efetuada com esses pigmentos seja destinada a desaparecer completamente com o passar do tempo, é importante saber que, raramente, ou em caso de dermopigmentação efetuada de forma incorreta, a zona tratada poderá conservar uma leve mancha. Os fatores que podem acelerar o desaparecimento do pigmento na derme são muitos. Os mais importantes são:

O poder de fagocitose do indivíduo
A idade da pessoa (complementa o fator anterior)
Seu poder de cicatrização pós-tratamento
Conformação anatômica da cútis do indivíduo
O tipo de pigmento pressionado na derme
A técnica manual empregada para a dermopigmentação
O tempo de exposição ao sol ou a lâmpadas de bronzeamento artificial
Uso de fármacos do tipo anticoagulantes e cortisônicos

Nos termos do que foi exposto acima, pode-se afirmar que a duração de uma Tricopigmentação é fortemente subjetiva. Normalmente, obtém-se um bom trabalho de cobertura com, pelo menos, duas sessões. Em casos raros, é possível obter um efeito satisfatório com uma única sessão de tatuagem. A primeira sessão pode ter um tempo de execução variável, de acordo com a atividade a ser desenvolvida: em média, são de 2 a 8 horas de trabalho.  A eventual segunda sessão de reforço não deve ser feita antes de 40/60 dias da primeira. Caso forem necessárias outras sessões além da segunda, é aconselhado esperar sempre cerca de 50 dias a partir do último tratamento. Assim que se alcançar a homogeneidade de todas as zonas submetidas ao tratamento, o trabalho se conservará satisfatório por, aproximadamente, 8/10 meses (dados estatísticos).
Na realidade, a Tricopigmentação empregará, pelo menos, o dobro desse tempo para desaparecer completamente. Embora o emprego de preparação de colorantes bioreabsorvíveis possa parecer relativamente efêmero e demasiadamente difícil de manter, é, com toda a certeza, a escolha mais prudente e racional que se possa tomar. A possibilidade de reavaliar as próprias escolhas “anualmente” torna a Tricopigmentação Bioreabsorvível ideal para todos aqueles que não querem correr o risco de arrependimentos. Não somente isso, nos indivíduos predispostos ao embranquecimento dos cabelos, a solução temporária é, certamente, a mais adequada. A abordagem à Tricopigmentação deveria ser feita sempre através desse tipo de opção, principalmente para que o efetivo resultado estético e o impacto gráfico que a Tricopigmentação oferece sejam avaliados.

Segundo caso: realização da Tricopigmentação com pigmentos definitivos (muito arriscada e deve ser efetuada somente em casos raros)

Em alguns casos particulares e muito raros, é possível efetuar o trabalho com preparações corantes definitivas. Essa escolha deve ser avaliada muito atentamente com o dermopigmentista. Atrai a maior parte das pessoas interessadas na Tricopigmentação, esperando a tão cobiçada conclusão de todos os problemas ligados aos cabelos mas, na realidade, não é assim que funciona. Na natureza, nada permanece inalterado com o passar do tempo, inclusive os óxidos de ferro empregados na criação dos pigmentos. Em outras palavras, não existe a certeza que um trabalho executado com preparações corantes definitivas permaneçam inalterados no decorrer da vida. Pode acontecer que a mutação de determinadas tonalidades de castanho possa resultar em outras cores. Embora esse inconveniente possa ser relativamente controlado com um oportuno balanceamento dos componentes cromáticos de tons castanhos, de qualquer maneira, permanece uma notável restrição para a dermopigmentação em geral, além de ser uma escolha muito arriscada. Entre os fatores que contribuem ou, de algum modo, interferem no fenômeno de mutação dos castanhos empregados na Tricopigmentação, estão:

Exposição excessiva da Tricopigmentação aos raios ultravioletas: sol ou bronzeamento artificial
Fortes variações de temperatura
Alcalinidade dos líquidos extracelulares presentes na derme
Pureza das matérias-primas empregadas nas preparações corantes usadas na Tricopigmetação (óxido de ferro)
Doenças autoimunes do indivíduo submetido ao tratamento

Caso se apresente, com o passar dos anos, uma mutação significativa que prejudique demasiadamente a naturalidade e a credibilidade da Tricopigmentação, é possível intervir dos seguintes modos:

Removendo a Tricopigmentação com a laserterapia
Tratando novamente a zona previamente trabalhada com a Tricopigmentação utilizando uma nova mistura de pigmentos. De fato, introduzindo impecavelmente um componente “antídoto”, é possível restaurar a cor castanha inicial.
(Tal método de restauração de cor é, com certeza, o mais difícil e o mais complexo e não garante um efetivo sucesso)

Além disso, o problema de embranquecimento dos fios permanece e, nesse tipo de escolha, poderia gerar um fator importante a ser avaliado e, eventualmente, controlado de três maneiras:

1. Tingir continuamente os cabelos brancos, a fim de evitar o destaque com a Tricopigmentação
2. Raspar os cabelos brancos com máquina zero e estender a Tricopigmentação , espalhando-a nas zonas circundantes ou em todo o crânio
3. Remover a Tricopigmentação por meio da laserterapia

No que diz respeito à estratégia de cobertura com a  Tricopigmentação definitiva, utiliza-se a mesma empregada com os pigmentos bioreabsorvíveis, ou seja: primeira sessão de cerca 2 – 8 horas (depende do tipo de trabalho a ser efetuado: cobertura da cicatriz, alopecia areata ou espessamento da cútis), e, por fim, eventual reforço após 40/60 dias. Com a zona tratada coberta homogeneamente, o pigmento permanecerá na derme para sempre. Atualmente não é possível afirmar que a  Tricopigmentação feita com o preparativo corante definitivo permaneça invariado com o passar do tempo.
Mesmo com esses riscos, é justo afirmar que um bom número de pessoas já passou pela Tricopigmentação definitiva sem apresentar problemas, mas a falta de um verdadeiro “follow up” nesse sentido, torna esse dado não suficientemente confiável.

Considerações genéricas sobre possibilidades de reforço na Tricopigmentação (válidas em ambos os casos)

O reforço feito depois de, aproximadamente, 2 meses, pode não ser suficiente para alcançar uma homogeneidade da zona tratada. A probabilidade de êxito positivo da cor depende de inúmeros fatores, dentre os quais e não menos importante é a subjetividade do indivíduo. Por exemplo, basta pensar na conformação diferente da derme em um tecido saudável e num tecido esclerotizado (como o presente nas cicatrizes de autotransplante).
É óbvio que, numa cútis saudável, a cicatrização da Tricopigmentação será melhor, com consequente aumento das probabilidades de conservação da cor introduzida. Por outro lado, os tecidos de cicatrização se colorem mais dificilmente! Para concluir, é oportuno considerar, independente do caso, a eventualidade de ter que executar até mais de um reforço. Tais reforços não podem ser executados antes de um mês e meio de distância um do outro, de modo algum!

Possibilidade de realizar um teste de cor antes do tratamento  com a Tricopigmentação

Mesmo que o padrão técnico e qualitativo alcançado pelos produtos utilizados na Tricopigmentação possam ser considerados muito altos e embora, atualmente, as reações alérgicas decorrentes de um trabalho de Tricopigmentação sejam muito raras, deve-se considerar que as diretrizes ministeriais impõem comunicar a possibilidade de tais fenômenos alergológicos a todos que se submetem a qualquer sessão de tatuagem.
Apesar de muitos operadores recomendarem o teste da cor pré-tratamento a fim de minimizar os riscos de alergias ao pigmento, é necessário considerar que a única figura profissional idônea a exprimir uma opinião sobre o risco de alergia de uma substância introduzida dentro de um organismo é o alergologista. É possível, realmente, minimizar os riscos já infinitesimais somente através de análises aprofundadas a serem realizadas num centro especializado em alergologia. Entende-se infinitesimal algo tendente ao zero. Uma Tricopigmentação deve ser feita em condições de segurança mas, principalmente, por um profissional especializado e reconhecido. Isso fará com que essas reações sejam ainda menos prováveis.
Essencialmente, ser ou tornar-se alérgico ao pigmento é sempre possível, mas, na verdade, pouco provável. Na realidade, esse teste deveria ser feito pelo operador somente para avaliar uma eventual mudança de cor do pigmento subcutâneo. A avaliação de reações alérgicas deveria ser obtida somente como segunda intenção, e é responsabilidade de outra estrutura. Com relação à mudança de tonalidade, normalmente, os operadores mais experientes pulam tal procedimento.
Apesar de tudo, se o cliente desejar executar tal procedimento, é importante saber que:

O teste deve ser feito, no mínimo, 40 dias antes da sessão de Tricopigmentação
O teste tem um custo à parte para o cliente
A intenção de executar o teste de cor deve ser comunicada previamente ao centro de Tricopigmentação, com relativa reserva.

Situação pós-tratamento de Tricopigmentação

As perguntas mais recorrentes sobre o pós-tratamento são sempre relacionadas aos períodos de recuperação: “Poderei voltar a trabalhar no dia seguinte?” ou, ainda: “por quanto tempo vai ficar vermelho?”, ou: “poderei dirigir?”. Na realidade, o tratamento é muito menos invasivo e doloroso de quanto se possa imaginar. Noventa por cento dos trabalhos de Tricopigmentação são finalizados no mesmo dia. Somente os casos de alopecia universal precisam de uma megassessão de dois dias. Assim que o trabalho for efetuado, a zona ficará imediatamente vermelha por causa da inflamação do tecido tratado. Tal vermelhidão permanecerá por, no máximo, 48 horas, mas na maior parte dos casos, bastam 24 horas.
Obviamente, para acelerar o descongestionamento, é oportuno aplicar pomadas lenitivas específicas, recomendadas pelo operador. Assim que a vermelhidão desaparecer, o trabalho se mostrará muito nítido, menos coberto de quanto o paciente imagina. O “pontinho” aparecerá, além de muito definido nas bordas, levemente mais escuro de como será no futuro. Essa primeira situação é temporária.
Apresenta-se em correspondência ao primeiro período de cicatrização da   Tricopigmentação na pele. Antes que a pele se cicatrize completamente, cada “pontinho” sofrerá um clareamento (às vezes, muito visível) e, por fim, um último e levíssimo escurecimento. Ao fim desse período de cura, relacionado essencialmente à reparação do tecido, é possível que inicie o segundo período de adequação do pigmento na derme.

Diferenças entre o período de adequação e de cicatrização na Tricopigmentação

Embora a zona tratada com a Tricopigmentação pareça totalmente curada após uma semana, aproximadamente, na realidade, a reparação dos tecidos estará, ainda, em andamento. Uma completa reparação do tecido tratado com a Tricopigmentação pode durar até um mês e se conclui com a fase de reconstrução do epitélio e consequente acinzentamento da cor utilizada.
Com o término da fase de cicatrização da  Tricopigmentação na pele, os microdepósitos de pigmentos ponteados sofrerão uma adequação, alargando suas bordas (cada orifício se desfocará e perderá a definição) e, portanto, aumentarão seu diâmetro com consequente aumento da cobertura total da zona tratada. Essa segunda fase, que chamamos de adequação, pode durar até dois meses.
Esse é o motivo pelo qual é preferível reforçar a  Tricopigmentação após, aproximadamente, 40/60 dias. Se esse período não for respeitado (se a data do reforço for antecipada), corre-se o risco de escurecer novamente uma zona que, provavelmente, se escurecerá sozinha, gerando uma mancha de cor escura pouco natural. Substancialmente, o resultado da  Tricopigmentação na sessão de tatuagem é verificável após, aproximadamente, dois meses, e não antes disso.
As transformações iniciais da Tricopigmentação referentes à tonalidade do trabalho não devem ser levadas em conta. A pressa de alcançar rapidamente o resultado final pode ser muito, mas muito, nociva na Tricopigmentação!

Interações entre Tricopigmentação e próteses ou produtos cosméticos de cobertura

Com respeito aos portadores de prótese, aconselha-se que prendam, pelo menos, dois dias de licença do trabalho. Desse modo, pode-se avaliar o trabalho de Tricopigmentação sem a vermelhidão inicial e decidir se raspar o resto dos cabelos (a coroa temporonucal) e sair do túnel da prótese imediatamente ou se esperar que o trabalho amadureça de modo completo, adiando a raspagem total para depois de, aproximadamente, dois meses. No último caso, é melhor aplicar a prótese menos possível nos meses necessários à adequação do trabalho e limitar os aderentes nas zonas tratadas.
A tatuagem precisa de oxigênio para que complete corretamente a cicatrização. Além disso, é necessário prestar muita atenção à limpeza da prótese, principalmente nos primeiros 7/10 dias. De qualquer maneira, a partir do terceiro dia é possível reutilizar a prótese, limitando ao máximo os tempos de cobertura da cútis, removendo-a sempre que possível.
Porém, é indicado raspar a parte lateral após a segunda sessão, quando existe uma maior probabilidade de se ter alcançado o resultado esperado. Se se usa colorir a cútis com substâncias cosméticas, é oportuno suspender essa ação pelos primeiros 3 ou 4 dias, antes de reutilizar tais produtos. Limitar muito as aplicações nos primeiros dez dias.

Conselho válido em todos os casos:

Ao final da primeira cicatrização, aconselha-se utilizar produtos colorantes para a cútis (Ex.Toppik, Dermatch, ecc..),  se o resultado da tricopigmentação realizada na primeira sessão não for homogêneo. Obviamente, essa operação terá que ser realizada  somente enquanto não se alcançar o resultado ideal com as sessões sucessivas. Quando a tatuagem estiver adequada, não será mais necessário aplicar o produto. Para concluir este parágrafo, é justo evidenciar que:

A execução da tatuagem estética numa cútis saudável e rica de cabelos não há nenhum efeito negativo no crescimento normal dos próprios cabelos. Em outras palavras, a tatuagem (se efetuada corretamente), não causa danos aos cabelos existentes
Tatuar uma zona que se tornou glabra não interfere nem um pouco e não prejudica a possibilidade de uma futura intervenção de autotransplante
Não interfere em tratamentos farmacológicos locais, tipo MINOXIDIL.
Apesar disso, é aconselhável suspender as aplicações tópicas nos dias seguintes ao tratamento

Preparação à Tricopigmentação

No espessamento do couro cabeludo, é aconselhado apresentar-se, possivelmente, raspado a zero (lâmina), ou com o comprimento de, no máximo, 2 milímetros (raspado com maquininha elétrica). Isso contribuirá com o operador na execução do trabalho e fará com que o resultado final se mostre muito mais realístico. Além disso, se se utiliza cosméticos para a coloração da pele, apresentar-se perfeitamente maquilado. Isso dará claras indicações ao operador sobre o contorno do couro cabeludo (hairline) e sobre a tonalidade da cor que o indivíduo é acostumado a usar.
Para cobrir as cicatrizes, é indicado apresentar-se com a cicatrização totalmente curada e somente após certificar-se que o resultado é satisfatório. Portanto, é necessário que a cicatriz não tenha sido ainda vascularizada, que se apresente relativamente plana e que tenha alcançado uma cor perolada. Continua a ser necessário consultar-se com o cirgurgião a fim de estabelecer o tempo mínimo pós-autotransplante, antes de poder proceder com a cobertura. Mesmo nesse caso, é melhor apresentar-se com os cabelos já raspados, mesmo se se fizer necessário preparar-se ao perído “pós primeira sessão”, no qual a cicatriz estará ainda muito visível, infelizmente.
A cicatriz poderá começar a ter uma boa cobertura na segunda sessão. Às vezes, é possível que seja necessário, até mesmo, uma terceira sessão (nesse caso, o número de sessões é muito ligado à qualidade da derme cicatricial). Somente os que possuem prótese podem se apresentar à primeira sessão com os cabelos laterais não raspados. Mas essa é uma decisão facultativa.
Em todos os outros casos, é oportuno apresentar-se com o comprimento dos cabelos que se deseja manter após o tratamento ou que é acostumado a usar todos os dias.
Para todos os tratamentos, aconselha-se o uso de uma touca lavada recentemente. Pode ser um boné em algodão com viseira ou bandana. Por, pelo menos, uma semana antes do tratamento, aconselha-se não assumir substâncias que fluidificam o sangue ou fármacos anticoagulantes.
Nesse caso, consultar o médico. Evitar tomar sol nos dias que precedem à tatuagem (pelo menos uma semana),  a fim de evitar eritemas que impossibilitariam a execução do trabalho, bem como do incorporamento do pigmento na derme.
Para maiores informações, visite o site http://www.tricopigmentazione.it
Se deseja marcar um horário e não sabe por onde iniciar, visite a página de “perguntas frequentes”, – FAQ – clicando no link: http://www.ennioorsini.com/faq
Se deseja obter informações sobre os custos da Tricopigmentação, consulte a seguinte página: http://www.ennioorsini.com/tricopigmentazione/costi-tricopigmentazione

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